Quem toma as dores de movimento terrorista não defende direitos humanos. Quem milita por governo teocrático não pode cobrar laicismo de ninguém. Quem apoia ditadura não é democrata. Quem acredita num suposto direito cultural à violência contra a mulher não é humanista. Quem acredita num suposto direito cultural à violência contra LGBTs não é progressista. Quem é antissemita não é antirracista. Quem apoia o Estado da Palestina, mas se opõe às bandeiras de Taiwan, Xinjiang, Tibete, Ucrânia e Hong Kong, não tem compromisso com a autodeterminação dos povos. Numa era em que a incoerência move os discursos políticos, dizer o óbvio é um ato revolucionário. Em matéria política, você não é aquilo que diz que é: você é aquilo que defende. E quem é apologista de violência não é moderado – é extremista.
Quem?
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